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MICROSOFT SPLA

Microsoft SPLA permite aos integradores oferecerem soluções Microsoft, obtendo interessantes rentabilidades.

As licenças da Microsoft não podem revendidas nem alugadas a terceiros. Para isso existe o SPLA, um sistema de pagamento por uso com relatórios mensais.

O programa de licenças Microsoft SPLA (Service Provider License Agreement) foi concebido para permitir aos parceiros da Microsoft disponibilizar serviços cloud, serviços de software e aplicações alojadas na nuvem. Com o SPLA, a Microsoft serve todos os seus produtos para prestar serviços ao cliente num modelo de pagamento mensal. Se é parceiro da Microsoft e pretende oferecer aos seus clientes os mais avançados serviços de cloud computing, conheça o programa de licenças Microsoft SPLA.

Como sabem, a Microsoft está a tentar formar os seus parceiros de canal para que todo o mundo use o seu licenciamento correctamente. Muitas vezes, licenças adquiridas legalmente não cumprem os termos legais sobre a distribuição e uso, incorrendo-se num uso ilegal das mesmas. Por exemplo: uma licença Home não pode ser usada profissionalmente. Por isso, a GTI lida frequentemente com clientes que querem regularizar a sua situação, porque a Microsoft os chamou à atenção, ao não fazerem um uso correcto das licenças que contrataram.

Além disso, com a próxima entrada da nova Lei de Protecção Intelectual, este aspecto reveste-se de ainda maior importância. Antes, se alguém usasse software pirata, o problema era dele, uma vez que o responsável era o utilizador. Contudo, com a nova lei, os administradores da rede, incluindo os fornecedores de serviços, serão os responsáveis por todo o software nas infra-estruturas que administram.

O SPLA permite oferecer aos seus clientes o software que licenciaram à Microsoft como serviço, e além do mais de forma flexível, dado que o seu cliente apenas pagará mensalmente pelo que utilizar.

Uma das grandes vantagens no SPLA desde 2013 é que pode ser montado num dos datacenters do cliente. Esta é uma mudança significativa, uma vez que o seu cliente pode ter o software instalado nos seus servidores, mas pagar apenas pelo que usar.

Importa referir que, independentemente disto, as licenças SPLA estarão sempre no vosso nome, não no do cliente – são vossas. É importante terem isto em conta ao redigir o contrato obrigatório com os clientes, de modo a cumprir os termos legais de prestação de serviços. No mesmo deve ficar claro que estão a ceder o uso das licenças (não a licença) e que não é um modelo de aluguer, renting, etc… que não estão incluídos nos acordos de uso de licenças (salvo acordo escrito entre a Microsoft e o parceiro). Porque é que isto é importante? Entre outras coisas, porque significa que têm de ter acesso tanto à instalação do software como à sua desinstalação, dado que as licenças são vossas e não do vosso cliente. É preciso ter isto muito em conta, porque um aspecto básico do licenciamento SPLA.

Se for parceiro Microsoft e quiser assinar um contrato SPLA, só tem de entrar em contacto com a GTI com o seu número de parceiro, designação comercial e nome da pessoa que irá assinar o contrato. Um dos requisitos do SPLA é que, durante os três anos prorrogáveis de duração do contrato, é preciso fazer um relatório mensal do uso que se faz das licenças, mesmo que este seja zero. Isto também é extremamente simples, podendo fazê-lo no site da GTI com apenas alguns cliques.

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Fonte: David Pestaña