Contamos-lhe como aproveitar o aumento na despesa em TIC em 2016
Todos os gabinetes de analistas como a Gartner e a IDC apontam para um crescimento do orçamento em TI este ano. O crescimento no investimento em TI irá reflectir-se, segundo estes estudos, principalmente nas SMAC (Redes Sociais, Mobilidade, Analítica e Cloud), bem como em segurança.
Por área, as que mais expectativas de crescimento têm em 2015 são:
- Segurança 46%
- Cloud 42%
- Analítica 38%
- Armazenagem 36%
- Mobilidade 35%
Ameaças de segurança e oportunidades
Prevê-se que o aumento no investimento em TIC se traduza em mais ataques de cibercriminosos. As principais ameaças que iremos ver serão:
- Vulnerabilidades de aplicações básicas: muitos programas de software maligno aproveitam-se destas vulnerabilidades. Para se proteger é preciso uma análise contínua e o acesso a um recurso de ameaças global, como o software de segurança McAfee Global Threat Intelligence.
- Ciberespionagem: só em 2013 houve 511 ameaças de ciberespionagem, e é previsível que aumentem exponencialmente. Além disso, não só estarão orientadas para organismos oficiais como também para empresas, principalmente de distribuição.
- Telemóveis: 79% das empresas denunciaram fugas de dados, com um custo de entre 10.000 e 500.000 $ por incidente. Entre 2013 e 2014 o software maligno para dispositivos móveis aumentou em 112%, e à medida que se vá generalizando o BYOD poderá aumentar ainda mais.
- Internet das coisas: esperam-se mais de 50.000 milhões de dispositivos ligados à Internet em 2019, e muitos mais dados a circular pela rede, pelo que poderão aumentar as possibilidades de ataques.
- Redes sociais: há especialistas que acreditam que as redes sociais serão o principal foco dos hackers nos próximos anos.
- Protecção da privacidade e normativas: novas normativas europeias farão com que a protecção de dados ganhe mais importância.
- Ransomware: como já vimos nos últimos meses, os ataques de ransomware são cada vez mais frequentes e sofisticados.
5 passos para proteger os seus clientes
- Baseie a sua estratégia de segurança na informação. O que se deve proteger é todo o ecossistema empresarial, não só as redes.
- Combine detecção com prevenção. A velocidade a detectar e resolver ameaças é fundamental.
- Veja mais além do departamento TI. Os ciberataques são ameaças a toda a empresa, pelo que a segurança deve ser integrada na estratégia empresarial.
- Adapte as soluções às ameaças. Defina com o seu cliente os principais activos empresariais para definir prioridades de segurança.
- Forme o seu cliente. O seu cliente deve saber enfrentar as Ameaças Persistentes de Segurança.
Nenhuma solução isolada pode oferecer191 segurança suficiente, por isso a Intel Security criou uma plataforma de segurança ligada (“Security Connected”) que lhe proporciona padrões de vendas para aumentar a rentabilidade da sua empresa, oferecendo uma plataforma proactiva.
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Fonte: GTI – Gloria Cuesta





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